terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Devaneio do amor

Jamais ó amor, julgarei tuas obras, nem teus DEVANEIOS, pois amar não segue forma, não tem lógica matemática, se soma, mas nem sempre o resultado é o esperado, pode se subtrair e, por isso, pode até ser confundido com ódio, talvez se abster de alguém e abandonar, 'subtrair' essa pessoa da sua vida seja um certo tipo de amor.
Amor não tem fórmula, não segue padrões, tem suas próprias roupas e seu estilo roqueiro, pode ser de vez em quando sertanejo, mas raios, ainda será amor, então o que importa? 
Amor mata? 
Não sei, mas poderia supor que sim, quem sou eu pra julgar o que fazes e, tomar um punhal de sua mão. 
Amor, amor, amor, mistério veemente de tudo que sinto e não sei dizer. 
Caso por amor te mate um dia, perdoá-me, pois senti necessidade disso. Sempre para o teu bem.
Caso te mate dentro de mim, perdoá-me novamente, é que talvez todos os caminhos levem ao amor, até o de matar-te pode significar amor, amor-próprio.


|Vinícius|

1 comentários:

Suzana disse...

Não existe sentimento mais puro, mais lindo do que o amor!


http://www.suzanaaferreira.blogspot.com/

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